Administra tu Blog

¡Crea tu Blog Ya! Fácil y Gratis ¿Necesitas algo? Zebehar

Condiciones laborales en las plantaciones de palma, soja y caña

stop-agrocombustibles @ 08:46

Uno de los argumentos utilizados frecuentemente para justificar la expansión de los monocultivos, es el supuesto beneficio en términos de empleo que estos significarían para los pequeños campesinos.
Aquí encuentra información acerca de las condiciones en las plantaciones y algunas denuncias laborales en Brasil, Argentina, Uruguay y Colombia.
Ultima modificación: 8-7-2008

Fecha: 8-7-2008
Título: El sector sucroalcoholero. Una voracidad intransigente
Autor: Carlos Amorín
Publicado por: Rel-UITA
Resumen: Los trabajadores rurales de la caña de azúcar son sometidos a ritmos de trabajo extenuantes, y su promedio de vida es menor que la de los esclavos del pasado. El avance de este cultivo sobre tierras agrícolas y ganaderas desplaza otras actividades creando inseguridadalimentaria. Los dueños de las usinas y las tierras son los empresarios más endeudados -y más ricos- del país. Los sindicatos luchan por mejores condiciones de vida y por lograr una unión aún más amplia para enfrentar a esta casta de príncipes que medra en un paísde pobres.
Web: http://www.rel-uita.org/

Video que muestra la violenta Represión por parte de la policía de los trabajadores de la caña de azúcar por la policía. Así informó la TV Globo brasilera sobre los hechos.

Link: TV Globo
Video tomado de Globo Rural

Fecha: 2-7-2008
Título: Cortadores de cana em Paraguaçu Paulista mantém paralisação
Autor: Danilo Bonfim; FERAESP - Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo
Resumen: Empresa não negocia e dificulta atuação do Sindicato; Cortadores de cana organizam marcha até a entrada da Cocal para reivindicarem melhorias. Pelo menos 80% dos cortadores de cana aderiram ao movimento e encontram-se mobilizados próximos à indústria. As principais reivindicações da categoria, são o reajuste do piso salarial para R$ 560,00, bem como a remuneração de R$ 3,37 por tonelada de cana colhida pelos trabalhadores - a título de pagamento por produção. Até o momento, a direção da Cocal não demonstra qualquer intensão de negociar com os manifestantes.
Web: http://www.rel-uita.org/

Fecha: 22-6-08
Título: Los peones “de sol a sol”: Soja Sí, libros no
Autor: Andrés Osojnik
Publicado por: Pagina 12, Argentina
Resumen: En Argentina, con respecto a la soja: Ni jornada de ocho horas, ni extra por terminar la escuela, ni ropa de trabajo. A la hora de negarse a mejorar los términos de contrato del peón rural, las organizaciones “del campo” siempre estuvieron de acuerdo. Conozca como discute el agro las "mejoras" en las condiciones de trabajo.
Web:
http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-106481-2008-06-22.html
_ALPHACONTENT_RELATED_ITEMS

http://agroar.info/index.php/Entidades/Los-peones-de-sol-a-sol-Soja-SI-libros-no.html

Fecha: 18-6-2008
Título: Greve em usina da região Oeste do Estado de São Paulo
Autores: Alcimir Carmo e Danilo Bonfim; FERAESP - Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo
Resumen: Denúncias das lideranças sindicais dos assalariados rurais e da FERAESP na região oeste do Estado de São Paulo, dão conta de que a direção da Usina Cocal, da cidade de Paraguaçu Paulista, demitiu na manha desta terça-feira, 17, grande parte dos trabalhadores migrantes que iniciaram greve no sábado, dia 14 e que paralisou as atividades de sua unidade fabril até a manhã desta terça-feira.
Motivos da paralisação

Os trabalhadores reivindicavam melhorias no piso salarial, para que dos atuais R$ 470,00 fossem elevados para R$ 560,00. Exigiam também que o valor da tonelada de cana cortada fosse dos atuais R$ 2,65 para R$ 3,37. A melhoria nas condições dos alojamentos voltados aos migrantes era também solicitada.

Os trabalhadores apontam ainda irregularidades que a empresa cometendo, como o excesso de faltas inexistentes dos trabalhadores; pagamento mensal do mesmo valor descrito no holerite e não o que vem sendo feito (cortadores de cana tem recebido valores bem inferiores aos especificados no holerite); holerite entregues dentro do prazo devido; e ainda exigiam que a usina cumprisse a lei e pagasse pelos dias não trabalhados justificados por atestados médicos.
Web: http://www.rel-uita.org/

Trabajadores de Caña de Azúcar en huelgaFecha: 17-6-2008
Título: Rurais encerram greve nas unidades da Cosan
Autor: Alcimir Carmo; FERAESP - Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo
Resumen: Os cerca de 600 empregados rurais assalariados que estavam em greve nas unidades industriais da Cosan na região central do Estado de São Paulo (com paralisações de há uma semana em Mineiros do Tietê, Dois Córregos, Barra Bonita e Igaraçu do Tietë) voltaram ao trabalho nesta segunda-feira, 16, após negociação em acordo coletivo de trabalho, realizada entre os sindicatos, seus representantes, e os da empresa.
Apesar dos poucos avanços, os trabalhadores e sindicalistas consideram que o movimento foi vitorioso, porque forçou a empresa a negociar índices acima da inflação e admitir que os preços da tonelada de cana para alguns tipos de plantação que oferecem maior dificuldade à sua colheita, além do que – conforme disse Eduardo Porfírio, da Federação dos Empregados Rurais Assalariados – FERAESP (filiada a CONTAC, CUT e UITA) – forçou a empresa a negociar e a pensar em mudanças na relação de trabalho.
Web: http://www.rel-uita.org/

Fecha: 15-6-2008
Tipo de documento: Reporte sobre una Audiencia Pública Ciudadana
Título: ¡No más alimentos para los carros y las tecnologías, necesitamos comida y tierra para la gente!
Autor: Asociación de Cabildos Indígenas del Norte del Cauca ACIN Tejido de Comunicación
Resumen: Reporte periodístico de la ACIN acerca de un evento celebrado el sábado 14 de junio en Pradera, Valle del Cauca. Se nota el espíritu de lucha y la necesidad de nuevas formas de organización obrera entre la población de esa región. "Se hace evidente la estrategia de atemorizar y emedrantar nuestra gente. Sin embargo fue un éxito, allí
estuvimos de las organizaciones sociales y agrarias del Cauca e hicimos llegar nuestra voz de solidaridad. Los medios de comunicación masivos no se hicieron presentes."
Web: http://www.nasaacin.org/noticias.htm?x=7989

Fecha: 9-6-2008
Título: Trabalhadores da Cosan decidem pela manutenção da greve
Autor: Alcimir Carmo; FERAESP - Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo
Resumen: Em assembléia realizada na tarde de segunda-feira, 9 de junho
em frente ao Sindicato dos Empregados Rurais Assalariados em Mineiros do Tietê, os cerca de 700 cortadores de cana nas unidades do Grupo Cosan na região decidiram pela continuidade da greve iniciada no domingo. Conforme os trabalhadores, o movimento foi iniciado porque logo que receberam o segundo salário do corte de cana (meses de abril e maio), detectaram que o valor de 500 reais está aquém do que fora prometido pela empresa.
Web: http://www.rel-uita.org/

Fecha: 20-2-08
Título: A Solidarizarse con la huelga de los Obreros de la Palma Africana en Puerto Wilches, llama el Senador Robledo
Tipo de documento: Comunicado de Prensa
Resumen: Respaldo a la huelga que están adelantando 2.500 obreros de la palma africana en Puerto Wilches, Santander, Colombia. La huelga se inició el 30 de enero y cobija las plantaciones de las empresas Monterrey, Bucarelia, Brisas, Agropalma y Agrícola del Norte. De los cinco mil asalariados de la palma que laboran en la región, solo 610 son trabajadores directos. El resto pertenece a cooperativas de trabajo asociado, que pagan en promedio un salario mensual inferior a los 240 mil pesos (120 dólares), cifra muy por debajo del mínimo legal.
Web: http://www.moir.org.co/?q=node/519

Fecha: 2-2008
Título: Carta Abierta al Gobierno del Uruguay
de Delegación en Montevideo de UTAA/PIT-CNT,
APAARBU y GREMIAL GRANJERA de BELLA UNIÓN

Tipo de documento: Carta abierta
Resumen: Los cultivadores de caña demandn una urgente rectificación de las condiciones de trabajo en que están cultivando la caña a favor de la empresa ALUR SA. 39 familias producen en 390 hectáreas aproximadamente el 7% de la caña que se destina a la elaboración de azúcar y alcohol en dicha planta industrial perteneciente al ente estatal ANCAP. Estas 39 familias han contraído deudas de un promedio de 15 mil dólares, que jamás podrán pagar. Si estas injustas condiciones no cambian, al finalizar el contrato de trabajo de 10 años, esa deuda superaría en cada caso los 150 mil dólares o más. "Pagamos y nos endeudamos para trabajar, mientras el Estado uruguayo subsidia y amnistía sin problema a los grandes capitalistas que jamás han ensuciado sus manos metiéndolas en la tierra y a las grandes empresas extranjeras que de a poco se adueñan de nuestro país", denuncian los campesinos.
Web: http://www.radio36.com.uy/entrevistas/2008/02/150208_UTAA.html

No hay Comentarios »

Dejar un Comentario


<a href> <em> <blockquote> <strong> <cite> <code> <ul> <li> <dl> <dt> <dd>